Em meados dos anos 1990, a Prefeitura Municipal de Curitiba, sob a administração de Rafael Greca de Macedo, criou uma série de livros vinculada a uma rede de bibliotecas de bairro – era a coleção Farol do Saber. Na edição de O Paraná na Guerra do Paraguai, de David Carneiro (1995), saiu um comentário de Mario Vargas Llosa sobre essas bibliotecas, e o escritor foi erroneamente apresentado como Prêmio Nobel.
Corrigiu-se este equívoco nas outras edições, mas Vargas Llosa já estava definitivamente condenado a ser o ganhador do Nobel de Literatura em 2010.
Eis a demonstração do que pode um pequeno erro editorial.

Caro Miguel,
ResponderExcluirFalando em Vargas Llosa, li recentemente Conversa na catedral. Tardiamente, é claro, mas talvez por isso o encanto tenha sido arrebatador. Até hoje tenho saudade daqueles personagens.
Grande abraço.
Paulo
ResponderExcluirAcabei de ler Lituma nos Andes - é muito bom, o velho Vargas Llosa estava em forma.
msn