Depois de ter escrito uma coluna semanal de crônica no Caderno G, da Gazeta do Povo, entre 2003 e 2010, voltei a fazer crítica.
Ao longo dos anos, usei parte deste material em 4 livros meus, que recolhem 82 textos nascidos em jornal:
Herdando uma biblioteca (Record, 2004)
Impurezas amorosas (Leitura, 2006)
Um camponês na capital (Aymará, 2009)
De pai para filho (Scipione, 2010)
Agora, para ordenar este passado, estou organizando uma coletânea que encerra esta fase de minha vida.
Tenho dois possíveis títulos para o livro:
VISTA-SE LOGO, QUERIDA
ou
MINHA VIDA DE MULHER
Agradeço quem puder opinar.
eu gosto do vista-se logo. beijos, pedrita
ResponderExcluirObrigado, Pedrita.
ResponderExcluirConcordo.
ResponderExcluirTambém acho mais interessante o nome "VISTA-SE LOGO, QUERIDA"
Até mais!
Eu gostei de VISTA-SE LOGO, QUERIDA.
ResponderExcluir"VISTA-SE LOGO, QUERIDA" é mais elegante como título e já apresenta uma certa melancolia. "Minha Vida de Mulher" é mais provocador, pelo autor ser homem.
ResponderExcluirDifícil.
Mas fico com "VISTA-SE LOGO, QUERIDA".
Vista-se logo, querida.
ResponderExcluirObrigado a todos pelos comentários.
ResponderExcluirCreio que há unanimidade na escolha de "Vista-se logo, querida"; é um título convidativo à leitura, Miguel.
ResponderExcluirVista-se logo, querida...é diferente.
ResponderExcluirVista-se logo, querida - Gostei muito desse nome. Abraços, Nelson.
ResponderExcluirVista-se logo, querida. É bom, e não sei pq me lembra os títulos de Raymond Carver.
ResponderExcluirTambém gostei muito do "Vista-se logo querida". Tem sentido ambíguo...Provoca...Muito bom!
ResponderExcluirTambém gostei de Vista-se logo, querida...também me lembrou Caver, deve existir um porquê..
ResponderExcluirTambém senti nitidamente na primeira vez que li "Vista-se logo, querida" uma cena típica de Raymond Carver.
ResponderExcluirA relação com Carver talvez seja pelo título de um de seus livros : Fique quieta, por favor.
ResponderExcluirFico com a minha opção: Vista logo, querida.
ResponderExcluirSendo seu, vou ler de qualquer jeito. Mas serei o único a divergir de todos os acima.
ResponderExcluirAlguém já disse, e eu concordo, que "Minha vida..." que seria provocante. E eu gosto de provocações.
Mas realmente talvez afastasse leitores. (Sim, há muitos que se prendem ao título).
Porque não estudar com o editor/a editora, um título com subtítulo?:
Vista-se logo, querida!
(Minha vida de mulher)
Não sou editor. Então: Minha vida de mulher, nunca saberei.